Morte! O fim da viagem que todos temos que fazer neste mundo! Mas será o FIM, ou simplesmente um fim? Será que a nossa existência se resume a esta passagem pelo planeta Terra ou haverá mais para fazer? Será que aquilo a que chamamos de consciência tem uma alma ou simplesmente é o resultado das inúmeras sinapses no cérebro humano?Porque vivemos? E vivendo, porque temos de morrer? Morreremos realmente? O que é morrer? Se estou neste momento a escrever e a pensar como poderei em alguma fase do tempo deixar de existir? Mas e se não deixar de existir, o que se segue??
Quando longe de embarcar nesta última viagem a tendência do ser humano é de achar que quando se morre, morre-se simplesmente, não há mais nada, acabou! Mas aquando da inexorável caminhada em direcção ao inevitável as opiniões vão sempre mudando. Começa-se a achar que se calhar existe algo depois de morrer, Deus não pode criar o homem para depois simplesmente deixar a sua obra desaparecer. Subitamente o papel de Deus ou de algo criador e responsável pela manutenção da alma que “habita” no corpo de todos os homens começa a tomar maior importância e então começa a ser “verdade”! A morte não é uma porta que se fecha, é uma porta que se abre. Mas se realmente se começa a acreditar nisto porque é que muitas vezes se insiste na manutenção de algo já se devia ter extinguido à muito? “Acreditamos” que a porta se abre e no entanto não queremos entrar. Para quê ficar e sofrer se podemos “ir desta para melhor”? Talvez o nosso sub consciente saiba a verdade. Talvez a verdadeira verdade seja que a porta se fecha e que a morte seja isso mesmo: Morte!

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