
Deus e o Diabo! O bem e o mal... ou talvez não! Está instalada a ideia de que Deus é o bom e o Diabo é o mau. Não passa pela cabeça de ninguém que assim não seja, mas vendo bem as coisas isto não é bem assim. Admitindo que Deus é todo poderoso surge imediatamente um grande problema: um Deus bom que tudo pode não permite a existência do mal! Afinal Deus não é assim tão bom... mas então e o Diabo?
Há equilíbrio no Universo ou então este já se teria extinguido há muito, como tal se Deus não é assim tão bom, o Diabo não pode ser assim tão mau... Temos uma inversão da ordem natural. Deus não é assim tão bom porque permite a existência do mal e o Diabo não é assim tão mau porque Deus não é assim tão bom. Mas para além de permitir a existência de mal no mundo, Deus ainda manda o Diabo torturar durante toda a eternidade aqueles que não levam uma vida segundo as Suas regras. 70 ou 80 anos de vida menos correctos pagam-se com a eternidade de tortura. Isto não é de alguém nem remotamente bom, é de um sacana sarcástico! Se Deus é então mau, pelo equilíbrio universal, o Diabo é bom! Um mero empregado carrasco que vive atormentado pelo “Senhor” e que é obrigado a castigar os pecadores.
Os “maus” podem afinal de contas ser os reprimidos, os atacados, os verdadeiros bons que vivem sufocados pelos verdadeiros maus que passam por bons!
Há equilíbrio no Universo ou então este já se teria extinguido há muito, como tal se Deus não é assim tão bom, o Diabo não pode ser assim tão mau... Temos uma inversão da ordem natural. Deus não é assim tão bom porque permite a existência do mal e o Diabo não é assim tão mau porque Deus não é assim tão bom. Mas para além de permitir a existência de mal no mundo, Deus ainda manda o Diabo torturar durante toda a eternidade aqueles que não levam uma vida segundo as Suas regras. 70 ou 80 anos de vida menos correctos pagam-se com a eternidade de tortura. Isto não é de alguém nem remotamente bom, é de um sacana sarcástico! Se Deus é então mau, pelo equilíbrio universal, o Diabo é bom! Um mero empregado carrasco que vive atormentado pelo “Senhor” e que é obrigado a castigar os pecadores.
Os “maus” podem afinal de contas ser os reprimidos, os atacados, os verdadeiros bons que vivem sufocados pelos verdadeiros maus que passam por bons!

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